
Com contratações de jogadores desse porte, existem muitos problemas a serem administrados pelos dirigentes e treinadores (técnicos) dos clubes, vez que existe muita vaidade de jogadores que querem aparecer ou se mostrarem mais importantes que os demais. Sabemos que a maioria dos jogadores que alcançam do topo têm origem de família humilde e de comunidades muito carentes. Abandonam os estudos e se arriscam no futebol. Podemos citar vários, mas quero especificamente hoje citar o Ronaldo Nazário, conhecido como "Ronaldo Fenômeno", apelido dado pelo narrador esportivo, Galvão Bueno, da Rede Globo de Televisão. Ronaldo despontou no time chamado São Critóvão, que hoje disputa a série "B" (2ª divisão) do campeonato carioca. Depois foi para o Cruzeiro (Belo Horizonte, capital mineira), destacando-se de forma rápida. De lá foi para a Holanda, Espanha e Itália, sendo convocado para jogar na seleção brasileira, inclusive, em Copa do Mundo de futebol (foto acima). No início do ano de 2009 retornou ao Brasil, onde atualmente joga no Corinthians Sport Club, um dos grandes clubes de São Paulo.

De qualquer forma, o episódio foi decadente para a importância do jogador (devemos lembrar que esse mesmo jogador foi escolhido "Embaixador da Unicef"). Interessante, neste caso, o extremo de atitudes, com intervalo de menos de uma hora, aproximadamente. Primeiro, o jogador Ronaldo assume as responsabilidades por atuações ruins e pede para que "batam nele... que critiquem ele...", e no momento seguinte, ao sair do estádio, em seu carro particular, tem uma infeliz e pobre atitude de fazer gesto obsceno para suposto ofensor. Excelente exemplo, hein?! É isso que faz o dinheiro e a fama, quando determinadas pessoas, que saem do nada e encontram a fama e o estrelato.
Juntamente com destaque midiático, surge a incapacidade de administrar momentos difíceis, ruins, e apelam para respostas infelizes, extremamente grosseiras e que mais vale para mostrar que a conta bancária tem muito dinheiro, mas o cérebro foi atrofiado, contaminado. São extremamente despreparados. Infelizmente, tais exemplos são uma rotina entre os famosos ou anônimos que têm poder ou dinheiro. Em qualquer um dos casos, o cérebro é vazio! No caso aqui apresentado, a falta de instrução e educação são latentes, e pode-se notar também a vaidade do jogador mencionado, que preferiu ir embora em seu carro particular, chamando a atenção de todos, cercado de policiais, em vez de seguir com todos os outros companheiros no ônibus do clube. Mostra que não existe companheirismo, e que o estrelismo impera para jogadores assim. Uma afirmação fala muito sobre isso, conforme disse o grande magnada americano: "O MAIS POBRE HOMEM QUE CONHEÇO É AQUELE QUE NÃO TEM OUTRA COISA A NÃO SER DINHEIRO!"
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