Os diversos "políticos medíocres" no Brasil estão amedrontados com as séries de investigações e delações premiadas que desnudam como é perpetrada a "CORRUPÇÃO SISTÊMICA" neste país. Com a repercussão nacional e internacional dos diversos escândalos de corrupção envolvendo "políticos destruidores", esses mesmos perversos atores desgraçados tentam intimidar promotores, procuradores e juízes que condenam os bandidos corruptos com base em robustas provas de seus diversos crimes, sendo muitos, "crimes continuados", ou seja: até depois de presos, continuavam cometendo crimes. Porém, o tal "FORO PRIVILEGIADO", que nada mais é do que uma salvaguarda para o cometimento de crimes e o impedimento de serem investigados por instância judicial comum, é a "arma" utilizado por todos os "políticos criminosos", principalmente os que estão no Congresso Nacional (Senado e Câmara) e na Presidência da República Brasileira.
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Joaquim Barbosa, ex-ministro e presidente aposentado do STF - Supremo Tribunal Federal |
O destaque é o verdadeiro "fuzuê" nacional dos políticos envolvidos em práticas de corrupção e que sequer ainda tinham sido delatados nas diversas delações premiadas em Curitiba, em processos comandados pelo juiz federal Sérgio Moro oriundos da conhecida "Operação Lava Jato". Ou seja, os políticos que ainda não foram citados em delações já sentiam o que o aguardavam, pois na leitura da relações dos seus pares políticos em corrupção, sabia que o seu nome já seria lido a qualquer momento. O que fazer então? Acende a luz sobre a cabeça e a saída é: "TENHO O FORO PRIVILEGIADO, porque sou SENADOR... ou sou DEPUTADO FEDERAL". Que lindo... muito meigo isso!
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Boneco "Pixuleco", representando o ex-presidente Lula e o boneco da Dilma Rousseff |
O senador Magno Malta disse a frase no título deste assunto quando utilizou a tribuna da Casa Legislativa Federal para falar sobre o FORO PRIVILEGIADO. Na oportunidade, disse a frase em alusão à coragem do juiz federal Magno Malta em participar de reunião no Senado Federal sobre o famigerado projeto contra o ABUSO DE AUTORIDADE. Naquele dia, o senador observou o juiz federal sendo indagado pelos congressistas, muitos investigados na operação Lava-jato. Ressaltou a postura e tranquilidade para responder a todas as perguntas feitas pelos políticos que possivelmente queriam "enforcar" o magistrado que foi debochado no senado. A citada frase do senador, com a devida "vênia", cabe também aos "POLÍTICOS FROUXOS", que tentam se esconder atrás da cortina do FORO PRIVILEGIADO para o cometimento de crimes diversos em mandatos eletivos.
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O "POLITIQUEIRO" agradece o FORO PRIVILEGIADO |
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Da esquerda para a direita: Ministro do STF, Gilmar Mendes; ex-presidente do Senado, Renan Calheiros; o juiz federal Sérgio Moro e o senador Roberto Requião, em sessão sobre "Abuso de Autoridade" |
O vídeo com o discurso firme do senador:
Magno Malta é senador eleito pelo Estado do Espírito Santo; foi relator da CPI do Narcotráfico, no final da década de 90, quando ainda era deputado federal; em 2002, já senador, presidiu a CPI da pedofilia no Senado. Em 2010 foi o segundo colocado nas eleições para senador no Espírito Santo. Foi ferrenho defensor do Impeachment da Dilma Rousseff e em seu discurso, Malta comparou o fim do mandato da ex-presidente a "enterro de indigente", finalizando com um cântico em forma de paródia: "vai pra Porto Alegre, tchau!"
"PRENDER LADRÃO AGORA É ABUSO DE AUTORIDADE?!" (Magno Malta, senador brasileiro, questionando a raiva dos políticos que criticaram as investigações e condenações através da operação Lava Jato sob o julgamento do juiz federal Sérgio Moro)

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