É público e notório o atendimento ruim em órgão público no Brasil, incluindo agência bancária. Mas o atendimento no INSS de Cabo Frio é simplesmente RIDÍCULO. Para ser bem objetivo, é um atendimento "PORCO", no sentido negativo da pior espécie (com devido respeito ao animal porco, claro). Nesta quarta-feira (09/02), logo pela manhã, um amigo de infância me parou na rua para perguntar sobre um procedimento adotado pela agência do INSS em Cabo Frio, quando ele apresentou uma procuração pública, lhe dando poder específico para receber a aposentadoria do seu pai, que já não consegue se locomover. Inclusive, um funcionário de um cartório de Cabo Frio foi até a residência do aposentado para confirmar a sua lucidez e saber se realmente tinha o objetivo de fazer a referida procuração pública para o filho. Este é um procedimento normal, quando determinada pessoa fica impossibilitada de ir pessoalmente ao cartório. Eu mesmo já fiz esse procedimento quando trabalhei em um cartório em Ipatinga-MG. Porém, determinado funcionário da agência do INSS de Cabo Frio, talvez, obedecendo a um procedimento interno, exigiu cópias de outros documentos para fazer o registro da procuração pública no INSS. Tal procedimento não é comum, já que o OUTORGANTE e o PROCURADOR já foram devidamente identificados e qualificados na referida procuração pública, devidamente assinada por um tabelião e que a chamada "FÉ PÚBLICA" (ou seja, tudo que foi escrito na procuração pública é verdadeiro). Bastaria, tão somente, que o PROCURADOR se identificasse no INSS para registrar a referida procuração no respectivo órgão.
No entanto, parece que o Estado do Rio de Janeiro é outro país, e aqui as pessoas tendem a dificultar cada vez mais a vida dos trabalhadores e dos aposentados. Além da característica "marcante" de atenderem muito mal os aposentados, com suas ignorâncias e falta de paciência, tais funcionários se escondem atrás da "estabilidade" e do art. 331 do Código Penal Brasileiro, que diz o seguinte: "Art. 331- Desacatar funcionário público no exercício da função ou em razão dela: Pena - detenção, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, ou multa". Inclusive, determinados órgãos públicos, fazem questão de afixar cartazes com o referido artigo em algumas repartições públicas. Creio que fazem isso exatamente para se protegerem das constantes reclamações do péssimo atendimento, que são feitas de forma mais áspareras por qualquer cidadão(ã) indignado(a). Pois, determinados funcionários públicos, são verdadeiras "ANTAS" (com o devido respeito também ao mamífero ANTA, claro. Não quero aqui igualar esse mamímero a determinados seres humanos e funcionários públicos, que, apesar de racionais, têm o cérebro "atrofiado"). E, com toda a falta de educação de determinados funcionários públicos, fazem os aposentados de "bobos", exigindo documentos descessários para diversos tipos de atendimentos na agência do INSS. Parece que todos são "treinados" para dificultar o máximo a vida dos aposentados e de quem procura aquele famigerado órgão.
Para terem a idéia da falta de educação de alguns funcionários públicos, vou relatar o que aconteceu comigo, no segundo semestre do ano passado. Tal fato eu não ia escrever aqui, mas, por já ouvir diversos comentários sobre o péssimo atendimento na agência do INSS de Cabo Frio, resolvi relatar agora o ocorrido comigo em 2010: meu pai, aposentado e portador de AVC (Acidente Vascular Cerebral), há vinte longos anos, reclamou sobre a aposentadoria dele, que está sendo paga com defasagem, e queria fazer uma revisão no INSS. No entando, um funcionário da agência exigiu uma procuração do meu pai, entregando-me um formulário para preenchimento, o que foi feito. Ao voltar na agência com todos os documentos assinados por meu pai, inclusive com o documento procuratório, um funcionário exigiu a presença do meu pai. Ora, se o cidadão está impossibilitado de se locomover, ou a sua locomoção é feita com muita dificuldade, e por isso, assinou procuração para que um terceiro o representasse no órgão, devidamente identificado, não existe lógica a exigência da presença do aposentado na agência. Pior foi quando o referido funcionário disse que ele teria de reconhecer a assinatura do meu pai. COISA ABSURDA, já que ele, funcionário do INSS, NÃO tem "FÉ PÚBLICA". E falei isso de forma bem CLARA, diretamente para o funcionário autoritário.Disse então ao funcionário que eu queria falar com o responsável da agência do INSS. Foram chamar o "chefe" da agência, a quem expliquei o acontecido. O responsável pela agência pediu para que eu levasse meu pai no dia seguinte e que ele iria atender pessoalmente. Agradeci e voltei no dia seguinte, quando meu pai assinou outros documentos. Inclusive, o responsável pela agência falou que a presença do meu pai não seria necessária na agência a partir daquele dia, já que ele mesmo reconheceu a dificuldade de locomoção, e eu estava ali, como filho, devidamente identificado, para resolver todas as solicitações do aposentado. Porém, contudo, todavia, quando no dia seguinte, quando eu compareci novamente na agência com todos os documentos para protocolar o pedido, um funcionário disse que não ia atender porque o requerente (o aposentado) não estava presente. Expliquei o procedimento que foi feito no dia anterior, de que o responsável pela agência havia determinado o atendimento sem a presença do meu pai (aposentado e com dificuldade de locomoção), mas o dito funcionário ignorou. Então, falei para o referido funcionário que ele tinha a prática de colocar obstáculos para o atendimento de muitos aposentados, e de forma arbitrária. Pronto, o tal funcionário proferiu a seguinte frase: "VOCÊ É UM BABACA!".
Conforme a lei de Newton, muito conhecida, "toda ação provoca uma reação de igual intensidade, mesma direção e em sentido contrário", o fato se comprovou, e como ser humano que sou, o referido funcionário autoritário e mal educado ouviu a mesma frase, em sentido oposto, em alto e bom som: "BABACA É VOCÊ!", por três vezes seguidas, ecoando na agência aquela frase, em uma situação extremamente desagradável. Ou seja, o tal funcionário perdeu a razão e me fez caminhar pelo mesmo caminho. O problema é que o tal funcionário se acha "acima do bem e do mal", e tende a desrespeitar gratuitamente as pessoas. Creio que faça isso de forma natural, com outras pessoas também. Porém, insatisfeito com a situação, perguntei novamente pelo responsável da agência, e fui informado de que só chegaria no início da tarde. Retornando no horário informado, procurei o tal "chefe" e expliquei que queria o atendimento que ele havia determinado no dia anterior. Aproveitei a oportunidade e disse que um funcionário da agência havia faltado com respeito comigo, usando um termo chulo. Foi quando o responsável pela agência questionou o funcionário sobre o ocorrido, e o mesmo, que mostrou toda a sua falta educação pela manhã, virou uma "moça" na parte da tarde, e disse que não havia me ofendido. A colega dele, que estava ao lado e viu todo o ocorrido, entrou no corporativismo, e disse que não tinha presenciado nada. Ou seja, todos se ACOVARDARAM.
Finalizando o assunto: fui atendido e falei para o tal funcionário autoritário que ele não foi homem suficiente para repetir a ofensa na frente do responsável da agência. E o medo de receber um processo administrativo "nas costas"?! E o medo de perder a "mamata" do governo federal?! E por que o tal funcionário não chamou a polícia, alegando o art. 331 do Código Penal?! Nada... esse tipo de funcionário, além de autoritário, é covarde, medroso. Só gosta de colocar dificuldades na vida dos cidadãos que buscam seus direitos, e de faltar com respeito quando é questionado sobre os procedimentos contraditórios que utiliza. É o tipo de funcionário que se agarra à "estabilidade" e acaba "congelando" o cérebro, ficando na "mesmice", completamente estagnado, sem sair do lugar, sem nenhum progresso. Coisa de gente que "PENSA PEQUENO" demais. Coisa de funcionário público retrógrado, que não tem nenhuma utilidade no serviço público. É ISSO!!!
"O TRABALHADOR TEM MAIS NECESSIDADE DE RESPEITO QUE DE PÃO!" (Karl Marx; economista, filósofo, historiador, teórico político e jornalista alemão, 1818-1883)




